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A tecnologia está inserida profundamente em nosso cotidiano.

Mudamos a forma de consumir produtos e informações, muitas coisas se tornaram “móveis” e rápidas e já não conseguimos mais nos imaginar sem os diversos recursos advindos dela no no dia-a-dia.

As empresas também já foram impactadas pela transformação digital e agora é hora do comércio internacional se beneficiar dessas inovações e facilidades.

 

A indústria 4.0 e o comércio exterior

A indústria 4.0 é um termo utilizado para representar o que há de mais recente e inovador nas indústrias, esse conceito marca a linha do tempo das revoluções industriais.

O fato é que essa revolução tecnológica também está impactando o comércio exterior, que tem funcionando como um motor que dá tração para que os produtos cheguem até consumidores de diferentes nações.

Não podemos ter uma indústria de ponta e um processo logístico internacional arcaico não é mesmo?

 

A linha do tempo das revoluções industriais

1ª revolução: tear mecânico, máquinas a vapor;

2ª revolução: energia elétrica, motores, combustíveis;

3ª revolução: eletrônica, robótica, sistemas computadorizados;

4ª revolução (Indústria 4.0): processos descentralizados, sistemas cyber-físicos, internet das coisas, blockchain.

 

Todas essas mudanças impactaram a sociedade como um todo, inclusive a compra e venda entre países, ainda assim os processos de comércio exterior não conseguiram atender as demandas dessas revoluções na mesma velocidade em que foram criadas.

Desde de 2018, vem sendo implantado a nível governamental, novos processos para importação (DUIMP) e exportação (DUE) que visam atender a essa demanda que surgiu com a transformação digital, com tanto volume há a real necessidade de um processo com maior sofisticação.

O crescimento do comércio exterior, por si só traz a necessidade de um melhor controle, além disso estamos falando de um processo mais sensível e exposto perante os regulamentos do governo, que não permite falhas sem acarretar prejuízos.

 

As tendências tecnológicas no comércio exterior

  • Computação em nuvem (Cloud Computing): a adoção desse tipo de tecnologia acelera a velocidade de implantação de novas aplicações e projetos para o comércio exterior, pois elimina a necessidade de infraestrutura física.
  • Inteligência artificial (AI): pode auxiliar na classificação fiscal de produtos, otimizando tempo e custo e ainda evitando a chance de multas por erros na classificação.
  • Big Data: com uma fonte de dados tão vasta é possível avaliar com maior facilidade e rapidez a reputação de fornecedores e clientes tornando as transações de comércio exterior mais seguras.
  • Internet das coisas (IoT): facilidade e aumento exponencial na interação entre humanos e equipamentos tecnológicos que atendem o comércio internacional, tornando o rastreamento e identificação de cargas uma revolução.

A base da indústria 4.0 é, naturalmente, a instalação de sensores e sistemas em cada lugar que se possa imaginar que haverá movimentação de carga.

Com todas essas tecnologias aplicadas às operações de comércio exterior passam a um patamar estratégico o que possibilita o vislumbre de um crescimento considerável no comércio internacional.

 

Quer saber mais sobre comércio exterior? Continue nos acompanhando!